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[Resenhando-PR] IX Café a Vapor

por Aerith



























No dia 10 de julho de 2016, no AOCA Bar, localizado no Centro de Curitiba-PR, aconteceu a 9ª edição do Café a Vapor, um dos primeiros e tradicionais eventos steampunk do Brasil, realizado pela Loja Paraná do Conselho SteamPunk. 

Este é meu segundo ano participando do evento que, com toda certeza, é um dos meus favoritos e aguardados <3 Para quem ainda não conhece o evento, ele geralmente é  anualmente organizado no mês de julho (sim, então fique ligado no grupo por volta dessa época para não perder a próxima edição, hein! ÒÓ),com diversas atrações, premiação das três melhores caracterizações, coffee break, diversos sorteios e, a cada ano, tem uma figura histórica que é homenageada e toda a temática do evento é voltada para ela (observem os detalhes). Este ano, o homenageado foi o cientista Tesla, conhecido por suas contribuições no campo do electromagnetismo.

Segue a descrição elaborada pelo steamer, membro do Conselho SteamPunk Paraná e um dos organizadores do Café a Vapor, o Russo (vulgo André Felipe Leite):

"Nessa edição, queremos comemorar os 160 anos do nascimento desse cientista incrível, o mestre Nicola Tesla.

De origem sérvia, nasceu em 10 de julho de 1856, mudando-se para os EUA em 1884, onde em parceria mal reconhecida com Thomas Edison, ajudou a desenvolver a niveis "mágicos" a então nascente Ciência Elétrica. Criou dezenas de máquinas de criação, reprodução e ampliação de eletricidade.

Suas máquinas mais conhecidas são a Bobina de Tesla, a Corrente Polifásica, Comunicação Sem Fio (principio de radio transmissão), Automatos de radiocontrole, a Lampada Fluorescente, e o Motor Elétrico compacto


Devido aos problemas de concorrencia contra Thomas Edison, e de má-gestão financeira, esse gênio de inovações foi deixado nas sombras da Ciência, até ser retomado nas ultimas décadas. E é em homanegem a esse brilhante cientista que em 2003 foi batizada a Tesla Motors, empresa automobilistica dedicada a criar carros elétricos a preços acessiveis."

Abaixo segue a programação das atrações desta edição:

























Esse ano, além do Museu Steampunk, também tivemos a presença de participantes expondo seus produtos, entre eles: Gilmara Cruz Ateliê (com produtos voltados à dança tribal), Guiro Luan e Mundo Aya. Além disso, a Loja Paraná trouxe em grande promoção unidades limitadas dos exemplares: " A Corte do Ar", de Stephen Hunt e "Sociedade dos Meninos Gênios", de Lev Ac Rosen.


Museu Steampunk  | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)


Infelizmente, devido a alguns contratempos, só consegui chegar ao evento por volta das 19 horas. Contudo, anteriormente, teve apresentação da tribal dancer, steamer já frequentadora do Café a Vapor e aluna de Gilmara Cruz, Amy Gardien, representando uma boneca steampunk.

Amy Gardien  | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)
Na sequência, teve apresentação de gaita de foles com o músico Leandro Dias.

Leandro Dias | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)

A partir das 19 horas, tivemos a participação, pela primeira vez na casa, da bailarina Gilmara Cruz com uma sombria performance de dark fusion.




Por volta dàs 19:30, tivemos a cerimônia de entrega das Medalhas da Ordem do Pinheiro para o Irineu Klosovski (criador de todos os troféus desde a segunda edição do Café a Vapor); e para o Beto (dono do AOCA Bar e apoiador do grupo).


Foto de Nelson Alves (Chaos Design )


Este ano a vocalista, Vanessa Rafaelly, que participou da edição anterior como solista de um potente repertório lírico, trouxe a banda Several Eyes, da qual tornou-se vocalista de Heavy Metal, cantando diversas músicas icônicas do metal.

Several Eyes | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)
Na sequência, tivemos o tão aguardado Concurso de Steamplay! Este ano os steamers vieram bem caracterizados e não estavam para brincadeira não! Um dos pontos que me chamaram bastante a atenção em relação ao evento passado para esta edição foi justamente a maior quantidade de steamplays. Com certeza deve ter sido uma escolha muito difícil para os jurados de selecionar as três melhores produções. Este ano, o prêmio para os três colocados foi duplo: um troféu em forma de uma réplica da Bobina de Tesla confeccionado pelo artífice Irineu Klosowskiuma, cujas cores na armação das bobinas eram diferentes para cada um: azul para o 1 lugar, verde para o 2º lugar e vermelho para o 3º lugar; e um exemplar do livro "No compasso do tempo steampunk"  realizado a partir da tese de doutorado da pesquisadora e também steamer Éverly Pegoraro, ilustrado a partir de fotos dos eventos passados e seus personagens-participantes.

Os Jurados | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)


Então, pausa para os jurados Caroline Marcondes, Anne Caroline e Guiro Luan decidirem entre si os merecedores da premiação! Neste intervalo, tivemos alguns anúncios gerais do evento, como o meu momento propaganda em conjunto com a Gilmara Cruz do II Underworld Fusion Fest, evento voltado para as vertentes mais obscuras da dança tribal fusion.

eu (Aerith) e Gilmara Cruz 
Logo após nossa divulgação sobre o Underworld, foi o momento da minha apresentação. A personagem que quis apresentar esse ano já era algo que queria há muito tempo representar: uma personagem circense. Inspirada na personagem de hq Arlequina ( ou Harley Quinn, no original em inglês) e na cantora Emilie Autumn, eu quis trazer uma performance mais ligada ao estilo dark fusion, que tem uma pegada mais teatral e expressiva na dança. A ideia da personagem, durante a performance, era sua descoberta de ter sido transformada em uma marionete. Durante a apresentação, ela luta por sua liberdade e, em um lúdico lapso, ela se imagina livre... Infelizmente não tenho ainda vídeo disponível, mas se conseguir, atualizo aqui (no vídeo do Canal Steampunk aparece um trechinho ^^).

O Russo e Aerith Asgard (a pessoa que vos escreve \o) | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)
Cada participante que contribuiu artisticamente ganhou uma medalha de honra ao mérito pelo Russo e também um certificado de participação. Um evento com certeza realizado com muito zelo e preocupação para com todos os envolvidos por seus realizadores.

O grande anuncio foi realizado, e os steamers vencedores foram:

Aya Drevis - 1º lugar | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)
Sara Michaelis - 2º lugar | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)
Tatiana Cared - 3º lugar| Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)
Para animar o pessoal, a DJ MissA trouxe um "set list Teslapunk" de muito bom gosto com músicas dark wave, as icônicas músicas das bandas "steampunks", entre outras, estavam entre as mais tocadas da noite.

DJ MisaA | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)

























E próximo do encerramento, eis o momento ( para os steamers mais resistentes que ficaram até o final) mais aguardado da noite: itens sorteados. Abaixo os itens que seriam sorteados pela organização do evento:

Itens sorteados | | Foto de Nelson Alves (Chaos Design Studio)















Os  itens sorteados foram:

- Caderno de anotações customizado por  Mundo Aya;
- Sketchbook encadernado e com quatro tipos de papel: sulfite, gofrata, canson e folha pautada por Renata Kamarowski;
- Minihat customizado por  Mundo Aya;
- Minihat  com detalhe piscante customizado por Luzia Rocha;
- Cartola Steampunk por Guiro Luan;
- Cordão com  pingente em forma de frasco de vidro  por Guiro Luan;
- Goggle em forma de tapa-olho  por Guiro Luan;
- Bracelete de couro por Guiro Luan;
- Carteira de couro por Daniel Doerner;
- Suspensório de couro por Daniel Doerner.

O grande sorteio da noite foi uma viagem de ida e volta para a quarta edição do mais aguardando evento steampunk do Brasil: Steamcon de Paranapiacaba (SP), realizado nos dias 06 e 07 de agosto! E o grande felizardo da noite foi: Thiago Juraski.



Encerrando esta resenha deixo aqui a cobertura realizada pela Renata Kamarowski (membro do Conselho Steampunk da Loja PR) para O Canal Steampunk da Débora Puppet, mostrando um pouco de tudo que aconteceu no IX Café a Vapor:


Ah! E se lembram que na resenha anterior eu comentei que a equipe do  Câmera Off  estava gravando um documentário sobre a cena steampunk brasileira? Então! O lançamento oficial do documentário "O Mundo Retro Futurista do Steampunk " foi na IV Steamcon e você pode conferir o vídeo logo abaixo. [início do momento propaganda] E eu apareço no vídeo em 01:13 minutos e por volta dos 34:52 minutos. Gratidão por poder fazer parte deste projeto especial! [final do momento propaganda] Super indico para quem ainda não conhece steampunk e ficou bem curioso a respeito:





Aguardamos ansiosos para 2017, pois o Café a Vapor completará uma década de existência! Siiim! O que será que nossos steamers da Loja Paraná estarão aprontando para esta grandiosa celebração? Então não deixem de seguir o grupo e sondar principalmente por volta de junho/julho quando é costumeiro organizarem o evento. "Fogo na caldeira, steamers!" Avante à décima edição!

Informações Gerais:
Loja Paraná do Conselho SteamPunk:
Grupo | Site |

Fotógrafo:
Nelson Alves (Chaos Design Studio)
|Facebook|

Steamcon de Paranapiacaba:
| Fan Page | Site|

Débora Puppet - Canal Steampunk:
|Fan Page | Youtube |



Leia a resenha da 8ª edição>>



[Resenhando - SP] III Steamcon Paranapiacaba - Steam Dancers - As bailarinas à vapor!

por Saille Samarah




Nos dias 8 e 9 de agosto de 2015, aconteceu a III edição da Steamcon, a Convenção Steampunk do Brasil, organizada pela Loja São Paulo do Conselho Steampunk na nevoenta cidade de Paranapiacaba.

Pra quem não sabe, embora o assunto já tenha sido abordado aqui no blog em outras matérias, Steam quer dizer "vapor" e o Punk vem do termo "cyberpunk", um subgênero da ficção científica. Sendo um retrofuturismo, questiona como seria o uso da tecnologia atual ambientado no passado, tomando como base a Revolução Industrial do período vitoriano(1837-1901), mas pode-se utilizar referências atemporais também.

Tendo cada vez mais pessoas que se interessam pelo assunto, em 2013 o Conselho Steampunk SP, organizou o maior encontro steampunk já feito.Surgiu assim a Convenção Steampunk, ou SteamCon (titulo emprestado das convenções estrangeiras), a convenção se tornou um evento anual e sempre é realizado dentro da Vila Ferroviária de Paranapiacaba.Sendo aberto ao público e com atividades gratuitas, inclui a recepção calorosa dos moradores e turistas, já que é um centro histórico.



A programação desse ano reuniu expositores, artistas, pintores, e aficionados pelo tema, e teve desde palestras e bate-papos, a oficinas, exibições de cinema, teatro, artes plásticas, ilusionismo e dança.O sucesso do evento é inegável e uma imersão cultural em meio ao clima da cidade que mescla a Arte do passado e presente envolto em névoa, ferrugem, madeira e trilhos que contam parte da história ferroviária do Brasil.

Entre as atrações, um momento esperado são as performances de dança! Na segunda edição, em 2014,eu tive o prazer de me apresentar com a bailarina Dana Guedes. Alternamos entre oito solos e uma dança improviso em dupla.

Quando descobri, por uma matéria dela, publicada em 2009, no blog do Conselho, a fusão dessas duas coisas que adoro: a dança e a inspiração steampunk, pirei! E desde então tinha vontade de fazer umas experimentações.Eu defino a Dança Steampunk ou Steam Dance como o termo que generaliza as performances inspiradas na temática Steampunk, seja na escolha de músicas, figurino, adereços e interpretação teatral. Não há uma modalidade de dança propriamente dita, e sim uma caracterização.Foi difundida através do Tribal Fusion, porém hoje manifesta-se em danças diversas em grupo, dupla ou solo.
  
Já sabia do trabalho de talentosas bailarinas no Paraná. E em um shopping de Campinas, numa reunião informal de amigos, o Carlos Machado (Capitão Escarlate), me questionou se eu tinha vontade, por que eu não dançava?!Aí eu pensei sério no assunto e percebi que podia usar meu repertório próprio de dança oriental árabe (dança do ventre), flamenco, balé e recentemente algumas aulas de tribal.Já me apresentei em saraus, espetáculos, festivais de dança, casas árabes, festas e encontros. A experiência de palco, técnica e criatividade eu tinha. Me faltava a fagulha que acendeu o fogo da caldeira como o Carlos fala rs.
E foi assim que me aventurei como Steam Dancer.



Foi muito gratificante e enriquecedor poder participar da Steamcon! Sempre são improvisos e a emoção é que se torna o que inspira os movimentos. Esse ano, fiz a performance da boneca mecânica e uma fada cyberpunk.Eu agradeço à Adriana e ao Candido sempre pela oportunidade!

Fiquei muito feliz também porque tivemos a participação de mais três lindas e talentosas bailarinas!!! Foi o máximo!!! Toda a interação e ajuda mútua, tornou o grupo unido e fez com que fizéssemos o público vibrar e despertar a vontade em muitas meninas de estudar alguma dança!



E reproduzindo um trecho da matéria da Dana me inspirou com uma leve adaptação: "(…) e com o crescimento também do movimento SteamPunk no país, quem sabe em breve não teremos mais bailarinas nacionais movimentadas a vapor, huh?! Yeap!”.

E aguardamos ansiosas a edição do ano que vem!
Beijos Vaporosos


  
As Bailarinas



Dana Guedes é escritora de literatura fantástica e publicou sua primeira obra Steampunk em 2011, o conto “Homérica Pirataria”. Em 2014, foi convidada para participar do volume II da antologia Vaporpunk, da editora Draco, com seu conto “V.E.R.N.E. e o Farol de Dover”, lançado na II Steamcon de Paranapiacaba. Paralelamente, sempre foi apaixonada por dança, especialmente a Dança do Ventre e o Tribal Fusion (uma vertente da dança árabe com misturas de hip hop, break, flamenco, dança indiana, entre outros). Por isso, precisou apenas de um passo para juntar suas duas grandes paixões, misturando os elementos fantásticos do Steampunk e suas engrenagens, na dança Tribal e sua vasta gama de estilos.


Fernanda Lira iniciou seus estudos em Dança Oriental em 2007 e em 2009 teve contato com o Tribal Fusion. Para aprofundar seus estudos, também estudou American Tribal Style®. Atualmente atua tanto na Dança do Ventre quanto no Tribal Fusion participando de apresentações e dando aulas.



Saille Samarah por ela mesma: 

“Em 2009, um dia depois do meu aniversário ganhei um presente pra vida toda: descobrir o prazer de dançar! E uma paixão de múltiplas formas, a dança do ventre, o flamenco, o ballet, e recentemente o Tribal.

Inspirada nas inúmeras possibilidades do universo steampunk tenho feito improvisos e experimentações em festivais de dança e na Steamcon. Estou muito feliz por ser uma das bailarinas a Vapor nessa viagem fascinante pelos trilhos 'Steamdance' !!!”



Samra Hanan é pesquisadora, coreógrafa, dançarina e professora de Danças Orientais e Tribal Fusion. Formada em Educação Física pela USP e pós graduada em Estudos Contemporâneos na Dança pela UFBA. Dedica-se aos seus estudos sobre Danças Orientais desde 1998. Desde então, fez aula com diversos mestres nacionais e internacionais em vários estilos de dança, destaque para: Lulu Sabongi (2000), Farida Fahmy (2003), Mahmoud Reda (2004), Raqia Rassan (2005), Mona El Said (2006), Kristine Adams (2013), Rebeca Piñeiro (2013), Kami Liddle (2013), Lady Fred (2013), Fifi Abdou (2014), Rachel Brice (2014), Megha Gavin (2015) e Carollena Nericcio (2015). Participou de vários eventos de Danças Orientais e Tribal, ano passado sendo premiada como melhor bailarina do CIAD-Bauru. Atualmente é professora de Danças Orientais, ATS®, Tribal Fusion e Tribal Brasil em sua escola Simbiose e na Escola Campo das Tribos, em São Paulo.


Yasmim Belly Dance por ela mesma:
“Comecei na dança do ventre por meio de um projeto social no bairro onde moro em Guarulhos-SP. Desde então, me interessei pela arte em si e busquei academias de dança especializadas para complementar e moldar minha carreira que está preste há completar cinco anos. Nesse tempo, procurei me formar em fusões. Minhas favoritas são as que têm rock, e nesse meio, minha predileta que trabalha a cultura pop japonesa. Essa maravilha consiste em unir o anime com os movimentos da dança do ventre clássica, deixando viva a característica do personagem no traje da bailarina. Já o apresentei em um evento aqui na cidade de Guarulhos, o Anime Guarulhos Festival.

Durante um passeio de escola em Paranapiacaba, descobri o evento Steamcon e sua ligação intensa com as diversas formas de arte, inclusive a dança. Resolvi viajar mais uma vez nesse intenso mundo do Steampunk, dessa vez com a dança do ventre.”


Vídeos:




Links e Créditos


Matéria Dana Guedes:
  
Matéria Dança Steampunk: 

Amostra Steampunk PARTE 1

por Geisiane de Araújo

Steampunk

Como Tribal Fusion Bellydance ganhou impulso, novos gêneros e estilos começaram a ser incorporados no Tribal Fusion, assim como a moda steampunk com seus costumes de música e dança. 

Para quem não conhece, Steampunk é um estilo literário, originado da literatura Cyberpunk, em que consiste a uma era tecnológica movida à vapor. Steam: Vapor; e Punk: que vem do Cyberpunk. Seus adeptos, geralmente chamados de "steamers" ou individualmente"steamer", incorporam principalmente a era vitoriana e a  tecnologia movida à vapor ao seu visual.


Abney Park 



É uma banda de steampunk baseada em Seattle que mistura elementos de industrial dance, world music e letras de influência steampunk. Seu nome vem do Cemitério Abney Park, em Londres. Anteriormente, uma banda gótica, Abney Park transformou sua aparência e som, passando a ser conhecida por alguns como "excelência" de banda steampunk.





The Violet Tribe 



É um projeto de dança underground que mistura música e dança do ventre tribal. Caracteriza-se pela combinação de elementos visual e auditiva; música, letra e dança são elementos iguais e constitutivos do conceito subjacente.





Deadly Nightshade Botanical Society 



É uma banda steampunk fundada por Robert Hazelton (ex - Abney Park) em 04 de agosto de 2007.

Após vários meses de composições, a banda começou a trabalhar em seu primeiro álbum: Clockwork Dreams. A banda está atualmente trabalhando em seu segundo CD e eles adicionaram Robert Gardunia como baixista.





The Clockwork Quartet 



É um projeto multimedia vindos de Londres. Ele inclui música, jogos e um romance gráfico belíssimo disponível em seu site: www.clockworkquartet.com





Cabaret Decadance 



É um projeto teatral com dançarinos e vocalistas que são acompanhados pela harmonização de uma banda de jazz com estilo cigano. Liderados por creatrix e um contador de histórias chamado Clare de Lune. A trupe brinca com a canção totalmente integrada a dança em um estilo slap-stick.



Beat Circus



É uma banda de Boston, Massachusetts, liderada pelo multi-instrumentista / cantor e compositor Brian Carpenter, que tem sido o seu único membro constante desde a sua criação.

Canções da banda são caracterizadas por arranjos exuberantes, instrumentação eclética, e temas líricos de amor, morte, religião e mitologias americanas. A música inspira-se fortemente a partir de vários gêneros diferentes, incluindo música experimental, clássico moderno, cabaret, música de circo, steampunk, entre outros.







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