Maria Badulaques (SP) - Resenhando

Coordenação Região Sudeste - Núcleo SP:

"Que aconteceria se, em vez de apenas construirmos nossa vida, tivéssemos a loucura ou sabedoria de dança-la?" (Garaudy)

Inspirada na sabedoria do Rauuuul, me vejo num mote transformador, abandonando paulatinamente o figurino da advogada litigante para assumir o repleto de personalidade que povoa o universo tribal.

"´É chato chegar
A um objetivo num instante
Eu quero viver
Nessa METAMORFOOOSE AMBULANTE..."

É assim que me sinto, aberta as mudanças, inspirada por tudo que me diz respeito, fascinada por um estilo de dança que conheci em 2012 e simplesmente mudou minha vida. Ia e vinha do bellydance desde meus 18 anos, jazz, sapateado, ballet, até que me achei no Tribal (ATS®)...foi identificação instantânea! Daí para cair de coração no Tribal Brasil, Dança Circular, Odissi e Flamenco, como forma de me aproximar das origens foi um pulo. 

Como gosto de dizer: é ATS® nas veias do pulsante, baby! 

Descobri as Tribos que me habitam, o dark-metal (rock and rooooolll), as cantigas de ninar com danças de roda, o folclore de nossa pátria e ensino a minha filha a magia de se identificar no passo-junta-passo e finalizar no taxeem. iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiih

*No vídeo selecionado, três gerações da minha família; eu, minha mãe (Sandra Carvalho) e minha filha (Marina)...nos ninando, na coreografia Retratos, da bailarina Siomara Kronbauer, nada mais Tribal!

Vamo que vamo
Xeros no pulsante
Maria Badulaques.



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*No vídeo selecionado, três gerações da minha família; eu, minha mãe (Sandra Carvalho) e minha filha (Marina)...nos ninando, na coreografia Retratos, da bailarina Siomara Kronbauer, nada mais Tribal!

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